Especialidades › Diabetes e resistência à insulina

Nutrição para diabetes e resistência à insulina

Controle da glicemia guiado por exames e pela sua rotina real, sem cortar grupos de alimentos sem necessidade.

Para quem é

Como funciona o acompanhamento

  1. Leitura dos exames. Glicemia, hemoglobina glicada, insulina e perfil lipídico como ponto de partida.
  2. Prato que controla a glicemia. Quantidade e ordem dos alimentos, fibras e horários pensados para evitar picos.
  3. Acompanhamento. Ajustes conforme os novos exames e a rotina, em conjunto com o seu médico.

Avaliação

  1. Controle glicêmico. Glicemia de jejum, HbA1c, insulina e HOMA-IR; dados de glicemia capilar ou sensor quando houver.
  2. Risco associado. Perfil lipídico, pressão, função renal, circunferência da cintura e história familiar.
  3. Rotina e medicação. Horários das refeições, treino, sono e medicamentos, para alinhar o plano ao esquema do médico.

Conduta nutricional

  1. Carboidratos. Quantidade e qualidade ajustadas ao seu controle: fibras, grãos integrais, leguminosas e distribuição ao longo do dia, sem eliminar o grupo.
  2. Ordem e composição das refeições. Proteína e fibras antes do carboidrato e refeições equilibradas reduzem o pico de glicose.
  3. Peso e atividade. Perda de peso moderada quando há excesso e combinação de exercício aeróbico e de força.

Monitoramento

  1. Metas. HbA1c e glicemias avaliadas conforme as metas individualizadas definidas pelo seu médico.
  2. Segurança. Atenção a hipoglicemia em quem usa insulina ou sulfonilureia; o plano é combinado com o médico a cada mudança de medicação.

Base científica

Perguntas frequentes

Quem tem diabetes pode comer carboidrato?

Pode. O que importa é a quantidade, a combinação com outros alimentos e o momento do dia.

Resistência à insulina tem cura?

Ela costuma melhorar com alimentação, atividade física, sono e perda de peso quando há excesso. Falar em cura não é correto: depende de exames e de avaliação médica, e o acompanhamento é contínuo.

Quem tem diabetes pode comer fruta?

Pode. O que importa é a porção, a combinação com proteína ou fibras e o seu controle glicêmico. A orientação é individualizada e considera os seus exames.

Pré-diabetes vira diabetes?

O pré-diabetes indica risco aumentado, mas não é um destino. Mudanças de alimentação, de atividade física e de peso fazem parte das recomendações para reduzir esse risco, sem garantia de resultado.

Adoçante pode?

Em quantidades moderadas pode ser uma opção para substituir o açúcar, mas não é a base do plano. Priorizamos a redução gradual do paladar doce e a escolha de alimentos de verdade.

Resistência à insulina só acontece em quem está acima do peso?

Não. Pode ocorrer também em pessoas com peso adequado, por fatores como genética, sedentarismo, sono ruim e síndrome dos ovários policísticos. Por isso os exames são importantes.

Agendar teleconsulta com nutricionista online · Vinícius Graton · CRN-9 9877